O vídeo que mostra um homem com as partes íntimas expostas dentro de um ônibus do transporte público de Campos dos Goytacazes, e que começou a circular nas redes sociais nesta segunda-feira (3), foi gravado por duas adolescentes de 15 anos. A informação foi divulgada pelo J3News.
De acordo com as imagens, registradas no coletivo de identificação 2006, o homem aparece sentado e faz movimentos que sugerem masturbação, utilizando uma mochila à frente do corpo, aparentemente para tentar esconder o ato dos demais passageiros.

Segundo a reportagem do J3News, as adolescentes são alunas do Isepam/Faetec e embarcaram no ônibus em frente à escola, com destino ao Centro, justamente no primeiro dia de aula após o recesso escolar. No momento do ocorrido, elas relataram que ficaram assustadas e decidiram gravar a situação para denunciar o comportamento do homem. (Vídeo ao final da matéria)
“Nunca vimos nada parecido, nem esperávamos ver. Só tinha a gente, ele e algumas pessoas idosas. Ficamos com medo. Comecei a gravar, em algum momento ele olhou para trás e acho que percebeu. Aí parou. Depois, voltei a gravar escondido. E ele voltou a fazer. Ficamos assustadas, sem saber o que fazer. Só pensamos na hora em gravar para denunciar”, contou uma das estudantes ao J3News.
O caso gerou grande repercussão nas redes sociais e levantou preocupações sobre a segurança dos usuários do transporte coletivo, especialmente de mulheres e adolescentes.
Ainda conforme informado pelo J3News, o episódio será investigado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), que irá apurar as circunstâncias do caso e buscar identificar o homem que aparece nas imagens. Até o momento, não há informações sobre a identidade do suspeito ou se ele já foi localizado.
A reportagem do Tá na Rede RJ entrou em contato com a Prefeitura de Campos, por meio do Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT), e também com as autoridades policiais para obter informações sobre as providências adotadas em relação ao caso. Até a publicação desta matéria, não havia retorno. O espaço permanece aberto para manifestações.










